Choro por tudo, por qualquer coisa, por mim, pelo futuro que tenho medo, pelo passado que me persegue, pelo presente que não entende, por cada um dos que passam, pelo que ainda virá.
Acho que nunca deveria ter mantido represada toda essa carga emotiva. Devia ter me jogado em algo, no ikebana, no boxe, da ponte.
Ando cansado dessa angústia, que parece um sutiã três números menores, apertando meu peito. Choro por tudo que estou sentindo e por aquilo que não entende o seu porquê.
Quem me olha, sabe que não estou bem. Vive uma vida inteira de sorrisos e alegrias, quando tudo o que mais quero é chorar.
Ficar sentado com meus silêncios e minhas lágrimas. Minha dor me acompanha. Até quando?

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