OK, feito o mea culpa do período sem notícias (e isso chega a ser uma heresia para um jornalista), vamos ao que interessa.
Nestas férias, eu poderia ficar em casa, cuidando de gavetas, documentos antigos e coisas pendentes. E assim o fiz. Nos três primeiros dias, passei manhã e tarde correndo para resolver coisas de banco, de universidade, de dívidas. De buscar telefone no conserto. De voltar a nadar. De ir ao dentista.
Mas enfim, estou em férias. E em Fortaleza. Procurei bastante, aguardei o momento certo e estou contente de ter sido possível viajar num época boa, com grana suficiente, sem grandes leões aguardando no armário quando eu voltar (sim, estou blogando das férias).
No dia 18 de novembro - uma quarta-feira - tive aula da pós graduação (uma chatice, diga-se de passagem) e chegando em casa terminei de arrumar as malas, guardar equipamentos antes de viajar e certiicar-me que não estava esquecendo nada. Pouco depois das 23 horas, deitei-me e... quem disse que conseguia dormir?
Fiquei fritando na cama, até conseguir cochilar longamente por um tempinho, mas logo o despertar tocou. Levantamos, banho e lanchinho às três da manhã. O voo partia às 03:20, devendo nós - passageiros - estarmos no aeroporto 60 MINUTOS antes.
Saímos de casa às 02:40, com um taxista burro e conversador. Chegando ao aeroporto, corro ao guichê enquanto J. se vira com as malas. Ao chegar ao atendente, entrego minha passagem, e fico lívido.
- Não dá mais pra embarcar. O avião está fechado.
CONTINUA...
