segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Atualizando o histórico

Ai ai

E daí que eu não escrevo há tempos? Ninguém lê mess...

Enfim vamos lá. Adivinha como tá a vidinha? Louca, corrida e agora a pé!

No começo desse mês, vendi minha moto para poder comprar o tão sonhado (e sofrido) PRIMEIRO CARRO.

Dae que entreguei a moto, com os capacetes, capa de chuva e o caralho pro vendedor, e o cara me deu um cheque pra 15 dias no valor. Passado o prazo, o cara depositou METADE do valor na conta do MEU TIO, e disse que não tinha como pagar. Em resumo, ficou desesperado para recuperar o cheque, não atendeu as inúmeras ligações e corre o sério risco de me enrolar.

Dá pra entender? O mais foda é que eu sou veiaco nessas coisas, vira e mexe faço matéria de gente dando caô nos outros, passando comprador pra trás. Porra! Custa fazer direito as coisas!

No mais, muito trabalho, divertindo pouco, comprei boxes das séries Nip/Tuck (1ª e 2ª temporada), A Sete Palmos e vários livros.

No cinema, sem novidades. Aguardando por HP7 e no que vier antes disso.

No playlist, Janelle Monaé, Mika, Scissor Sisters, Jamie Cullum e Glee!

Na balança, menos 4 quilos.

Fui. Abraço

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Chateação rules

Ando desgostoso de tudo. Chego pra trabalhar e já quero voltar pra casa. À tarde, na redação, até gosto. O tempo passa rápido (sobretudo quando vou pra rua apurar as reportage), mas ainda assim me desanimo.

Não sei o que tem acontecido. Às vezes acredito que estou me blindando contra tudo e contra todos os que são chatos (em especial, contra um chato!). Sabe, criei uma espécie de dom de filtrar o que os chatos dizem e não ouvir. E o pior, pra quem tem que se comunicar, é justamente não ouvir os outros. Mas é isso, cansei de gastar meu tempo com quem não me acrescenta.

Apesar disso, me divirto nas coisas pequenas. Sabe, dividir bobeiras cotidianas com o Seu Simão (motorista do site), com o Garrigó (o fotógrafo). E é isso.

Final de semana (de frio do caraleo) foi bom. Comi muito (pizza, feijoada, bobó, chocolate). Hoje retorno pra ração, cuidado com o que como, principalmente à noite.

Assisti Encontro Explosivo ontem. Cumpre o que promete. Cinemão pipoca no melhor estilo. Adorei!

Por que os biscoitos Club Social quebram na embalagem? Puta falta de sacanagem!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Alegria, alegria

Tô numa felicidade hoje. As coisas todas certas, produzindo um monte.

Que que eu fiz pra ficar assim?

Dormi mais de 8 horas.

Abençoado colchão, gracias!

Trilha do Dia: Primavera in Anticipo (James Blunt and Laura Pausini)

Não, não é brega! Padrão gostosura tipo Eros Ramazzotti e Tina Tuner

Abraço!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A água subiu

É, meus amigos, a água subiu e não estou nas cidades arrasadas pelas chuvas no Nordeste não. A água subiu, bateu na bunda, forçando uma atitude urgente.

Hoje pela manhã subi na balança e o ponteirinho marcou três dígitos: 100 QUILOS! Para quem vinha relutando em se pesar, em saber a dimensão (gordurosa) da realidade, agora, ao invés de indignação, atitude que eu vinha atrasando em começar.

Tô voltando pra reeducação e espero mantê-la por um bom tempo. Eu sei de tudo o que preciso fazer: comer de três em três horas, não jantar, exercícios, além da ajuda (primorosa) da ração humana e do Chá 30 ervas.

Hoje tô começando. Aliás, abriu uma academia nova perto de casa e tô me matriculando hoje. Chega de procrastinar!

Aos poucos vou contando as mudanças (no shape, na balança, na vida)

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Não assistam O Golpista do Ano (I Love You Philip Morris), do Jim Carrey e Ewan McGregor. Uma bomba. Clichêzão, chatíssimo e muito demorado. Uma história que, a princípio parece boa, ficou uma baboseira sem fim. Sonolento

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Assistam O Segredo dos Seus Olhos. Ótima história, personagens fortes e um final arrebatador. Impossível não ficar tocado.

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Sexta-feira fiquei em casa, fiz uma das tradicionais tortinhas de liquidificador e curti preguicinha antes do final de semana corrido.

Sábado saí pela manhã para ver coisas da reforma do apartamento, como tintas (decidi as cores), papel de parede, maçanetas, vi preços e comprei o lustre, que vai ser o destaque do hall.

À tarde, trabalhei no site, com pouca notícia e muitas horas a cumprir.

à noite teve festa julina da empresa e balada depois. Mesma coisa. Ainda não sei por que insisto em ir aonde sei, de antemão, o que vou encontrar?

Domingo almocei na casa de Tia Regina (feijoada) e trabalhei para cobrir uma colega. Rolou maior potão de sorvete para compensar o calor, a chateação e a sensação de que se fosse o Brasil na final da Copa seria mais divertido.

À Noite, pizza e preguiça. Adoro essa combinação.

Eu vou tentar blogar pelo menos toda semana. Pra ir lembrando no futuro do que eu passei agora.

Abraço!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Só se você quiser

E mais uma vez estou esperando por algo que talvez nem aconteça. E mais uma vez agi como sempre faço: impulsivamente, com a porra da “melhor das intenções”, e me fudi.

E daí que eu quero fazer melhor, diferente, inovar, ser lembrado? Puta que pariu. Tem horas que é melhor fazer o mesmo, repetir o de sempre, para não sair queimado. Como diz uma amiga, “prego que mostra a cabeça acaba levando martelada”. Pode ser, como não pode.

A verdade é que mais uma vez me sinto perdido, sem rumo, sem vontade. Toda vez que acordo, automaticamente (e com a ajuda do celular), tomo banho, coloco a lente (quando tenho saco) e me preparo pra sair eu penso: “Putz, eu podia matar trabalho e ficar aqui fazendo nada, né?”. Mas vou. E faço tudo como eu quero.

O negócio é que ando meio cansado dessa rotina. De ter que trabalhar demais. De ter que me adaptar a horários, a chefes malucos, a gente chata e sem nenhuma graça, a reclamações, contas, aumento de peso, acne, roupas que não servem, músicas repetidas, trânsito, celular que não toca, comidas insossas, gente insossa.

É claro que eu queria que minha vida fosse “Friends” ou “The Big Bang Theory”. Que era só atravessar o corredor e ser querido, abraçado, entendido e dar risadas. Eu ando carente? Não, eu SOU carente. E o pior: carente enrustido, daqueles que não contam como se sentem. Todo mundo que me vê deve pensar: “Esse cara não tem problema? Tá sempre bem, sempre rindo, nunca reclama”. Mal sabem eles. Eu tenho medo de gente que não fala, porque chega um dia essa gente entra numa escola e metralha as criancinhas. Não, eu não tenho tendências psicopatas (eu acho).

Não ter um norte me deixa louco. Me deixa ansioso. Me deixa triste. Eu ando muito, muito desgostoso, desesperançado. Chateado. E o mais sacana é que isso não é novidade. Eu já senti isso antes, e resolvi esquecer, relevar, passar por cima. Por quê? Me diz o por que e ganhe um amigo.

Tem horas que eu penso querer que viesse alguém e despejasse toda a verdade em cima de mim. “Você faz isso, isso e isso por causa disso, disso e daquilo”. Ufa! Alguém pra tocar na ferida e não pra dizer que vai ser melhor amanhã.

Putz. Eu quase nunca escrevo aqui, mas quando escrevo é pra reclamar, pra ter crise existencial. Bom, o blog é meu, escrevo o que quiser. Nem divulgar eu faço. E também não sei porque.

Escrevi, e continuo triste. Sem rumo. Perdido. E odeio isso.

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Não entendi porque “Guerra ao Terror” ganhou o Oscar. Puta filme chato! Primeiro, que eu não gosto de guerra, nunca gostei. Só “Bastardos Inglórios” e “A Espiã”. Ah sim! E “Desejo e Reparação”. Gosto desses porque não tem conflito, não tem campo de batalha. Mas “Guerra ao Terror” é um porre!

O protagonista é um engodo, a história é um saco, o cenário é triste e o final, bem, até chama a atenção. Preferia que todos tivessem explodido e deixado os loucos iraquianos mataram-se uns aos outros.

sábado, 29 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

É pra entender ou não?

Às vezes penso que não devo me queixar. Tentar compreender. Apenas aceitar.

Minha vida tem sido uma montanha-russa, não pelas aventuras, mas pelos altos e baixos.

E eu sabia que seria assim. Desde o começo do ano, tudo tem mudado muitas vezes, o que me deixa tonto, sem referência, levado ao sabor dos acontecimentos por lugares que não sei se quero conhecer, ficar, deixar, explorar ou se devo temer.

Já conheci São Paulo.
Abandonei um emprego que era estável e me fazia muito feliz.
Me lancei em uma proposta diferente, que me tirou mais do que me deu (ao menos fiz laços que podem durar um tempo)
Estou em um outro emprego que me cobra demais, mas me deixa satisfeito.
Sou visado dentro do que faço
Nunca passo despercebido
Sinto falta de minha mãe
Ando cansado, estressado, nervoso, angustiado, sem perspectivas
E ainda tento me manter em pé, sem perder as rotas.

Preciso descansar
Preciso recomeçar
Preciso continuar

Quero carinho
Quero amor
Quero sexo
Quero comida boa
Quer colo
Música baixinha
Suspiros

Amo tudo que tenho
E ainda espero mais

Mas
Mais o quê?

domingo, 14 de março de 2010

Continuando em São Paulo

Bom, bora aproveitar que é domingo (apesar de ser dia normal de trabalho) e contar mais um pouco das aventuras em São Paulo.

Depois da ressaca de quarta-feira, acordei na quinta (4) querendo mais. Como na quarta tinha feito um frio filho da puta, desci no Brás pra comprar um casaco. Ha ha ha. O comércio é popular, mas o preço é de atacado. As poucas coisas que achei bacanas só podiam: ou ser compradas com CNPJ ou acima de 40 itens. Ok, next!

Achei um casaco lindo, preto, emborrachado, perfeito pra mim que ando de moto. Além disso, comprei uma malha de lã e a minha tão sonhada mochilinha de tactel (uma que tão usando agora pra, segundo os vendedores Brásianos, "carregar coisas de futebol".

O bairro do Brás é só pra compras mesmos. Passei na frente da escola onde o Fagner estuda (e fiquei sabendo há pouco que ele ganhou a bolsa de estudo que estava esperando para continuar estudando. Fico feliz! Ae Fagnete! Go, bitch, go!) e conheci as ruelas de compras. Mas não tem nada mais. O bairro é meio feio, as pessoas mal arrumadas, nem parece São Paulo. Ok, parece sim. Tem trânsito, tem muita gente e tem sotaque.

Segui pra Liberdade, pra almoçar. Também tem comércio, tem ambulante, mas é lindooooo! Super organizado, limpo, bonito e cheio de gente pra encher os olhos. E nesse local, vivi uma das experiências mais cosmopolitas da vida: almocei em um restaurante chinês, servido por uma...
NORDESTINA! Hahaha "Tu vai querê tempurá, é? Guentaí bichinho que vejo já se vai saí"...

Comida boua, não cara e típica. É, acho que só São Paulo tem disso. Da Liberdade, segui pro Masp e parque Trianon. O parque é muito bonito, cheio de verde e de segundas intenções dos transeuntes. O Masp é belíssimo, vi uma exposição das gravuras de Marc Chagall e no segundo piso um apanhado do romantismo, onde visualizei Renoir, Picasso, Van Gogh, Modigliani e outros mestres. Uma tarde deliciosa, com garoa no final e segui pro Shopping Metrô Tatuapé e Boulevard Tatuapé.

Mas pq ir tão longe pra ir no shopping? Relôu! Tô passeando cara, quero mais é fazer bolha no pé! À noite, assisti "Não é o que você está pensando", com Murillo Flores, no Teatro Ruth Escobar. É uma peça meio sem propósito. Um stand up que não quer ser stand-up. Cara, se todo mundo mete o dedo, bora lavar a mão antes? O ator é bom, mas deixou a desejar. E aquele maldito microfone encheu o saco. Dele e nosso.

Dali fomos pro Largo do Arouche. Vc acredita que eles apontam onde moravam Ribamar, Edileusa, Caco Antibes, Magda e Cassandra, os personagens do Sai de Baixo? E o prédio nem parece aquele da abertura... O Largo do Arouche é um bairro mais antigo, cheio de michês e velhos sedentos por sexo com carne jovem. Achei triste, mas inusitado. Encontramos Xunior e amigos no bar... Sai de Baixo! Mas preferimos sentar no Odara. O curioso da noite foi o garçom. "É melhor escolher agora pq a cozinha tá fechando". Mal serviram nossa porção de calabresa, as portas desceram e ficamos mais alguns na calçada.

Depois de umas cervejinhas, risadas, descemos pra Danger. Uma fila enorme na porta, Salete Campari pra recepcionar, funcionários obesos suados e truculentos, uma maldita fumaça de cigarro (creio que não, pq eh proibido lá, mas era fedida). O lugar lembra muito o Bistrot daqui de CG. Mas a música é infinitamente melhor, a cerveja era gelada e a noite reservava surpresas inesquecíveis.

Lá pelas tantas, Fagner pisou no meu pé, o que deixou a unha esquerda roxa, e que está perigando cair (Porra, Fagner!). Dançamos muito, bebemos pouco (o cansaço começou a bater lá pelas 2h). Depois disso, anunciaram os shows da noite. Eu não sou o maior fã de show de drag (e depois do fiasco do Léo Áquilla em Sta. Fé do Sul há uns dois anos, caiu no meu conceito ainda mais essa apresentação), mas já que estava ali, bora encarar.

A drag que dublou a Beyoncé era ótima. Gostei muito. E em seguida veio a surpresa: show de sexo ao vivo! Oi? É comigo mesmo!

Entram duas mulheres nuas no palco. Uma alta e magra, cabelo comprido acho que vermelho e uma baixinha troncuda, loira de cabelo moicano. Elas deitam-se sobre uma toalha e começam a ser chupar. Quando você tenta desviar a atenção, um sujeito vestindo apenas um colete de guarda de trânsito entra de PAU DURO no palco, seguido por outro.

O que vemos a seguir é uma tentativa frustrada de excitar a plateia. Eles são mecânicos, sofregadamente ensaiados, com um pau meia bomba e um passivo chato e exibicionista. Teve gozada no final, mas achei triste também. Apesar de lembrar disso quase todo dia...

E c0m as bençãos de Baco, encerramos a noite. Ja já eu conto a sexta...
Abraço!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Ooops! She did it again!


Eu disse, eu disse... Não foi a Brit-Brit que fez de novo. Putaqueopariu! Me diz, me diz, pq ela faz isso???

Depois de meses vendo na cabeça todas as imagems de Bad Romance, El Gaga volta com Telephone, em parceria com a Beyoncé.

Tarantino (Pussy Wagon, "You are a bad girl, Gaga. A very bad, bad girl"), as cores, as coreôs, as metalinguagens...

Agora é aguentar mais meses a imprensa especializada dizer que a coroa é dela. E não da Coroa!




segunda-feira, 8 de março de 2010

Na Paulicéia...

Oi relato virtual,

Ando sumido pois muitas coisas (como sempre) estão acontecendo. Já já eu conto.
Antes, preciso falar sobre o episódio mais urgente, divertido, único e inesquecível: minha primeira vez em São Paulo!

Não, não é dessa primeira vez que estou falando. E sim do meu primeiro contato, primeira visita, primeira estada na capital paulista. Na Paulicéia Desvairada, como disse Oswald (ou seria Mário) de Andrade...

Saí de Campo Grande na quarta (3) chegando em Campinas (voo da Azul é issoaê). Pego o busão até o Terminal da Barra Funda. Nunca tinha visto tanta gente junta. Nem em show, nem em procissão. Era uma multidão, uma muvuca, que seguia em linhas imaginárias, cada um pro seu destino. Uns chegam, outros se vão...

No metrô, baldeação com malas pesadas em meio à turba de transeuntes que vão para o trabalho, voltam da balada, seguem para o médico, continuam a nadar, a nadar...

Finalmente, chego a Estação São Joaquim, mais próxima da casa do amigo Fagner, que me abrigou no período. Logo na chegada, após descarregar as malas, fiz um típico programa paulistano: tomei uma média no bar da esquina.

Dali segui para a Catedral da Sé - maravilhosa, estupenda, belíssima (tentei tirar fotos escondido, mas as freiras são os melhores perdigueiros) - visitei o Marco Zero (inclusive onde sinaliza o Estado de Mato Grosso uno, antes da divisão, que nos criou (Amém!), e segui para a famosa 25 de Março.

Famosa pelos ambulantes, mas que não condiz com o título de comércio popular. Tudo muito caro se você não compra vultosas quantidades. Porém, muita coisa divertida, bacana e diferente. Comprei um exalador de essência para a casa e só! Não fui pra fazer compras (assim pensava eu no começo...).

Saí da 25 de Março (claro, acompanhado por Fagner e Xuão) e cheguei ao Mercadão Municipal. Ok, a fachada é bonita? É. O interior é grandioso? É. Mas não percebi taaanta diferença. Eles não tem sopa paraguaia e erva de tereré. Rá! E então, almocei o famoso sanduíche de mortadela do Hocca Bar. Grande, quente, pesado e caro. Foi bom. Lembrei do almoço o resto do dia.

Na saída, segui para a Estação da Luz no intuito de visitar a Pinacoteca do Estado e o Museu da Língua Portuguesa. Todo o trajeto foi feito a pé, com um calçado que não contribuiu para o Transitar do Turista na Capitarrr. Na Pinacoteca, vi muitas obras, esculturas de Rodin, quadros Pop e clássicos. Algumas áreas pareciam salas de casa de gente velha: quadros horríveis, cheiro de mofo e carpetes alérgicos. Que provocam alergia.

Saindo da Pinacoteca - não sem antes alimentar os passarinhos com o bolo de chocolate mais doce do planeta - fui pro Museu da Língua Portuguesa. E confesso: nem toda expectativa é frustrada ao final. O museu é muito bem estruturado. A apresentação atrás da tela de exibição é embasbacante, surpreendente. Confesso que chorei. Só de ouvir nossos belos escritores nas vozes de Bethânia, Nascscsddxstergaele (hehehe) e Elza Soares valeu muito a pena o esforço. Na saída, chuva! E nada de terra da garoa. Era toró mermo!

À noite, queijos e destilados para os convidados. Além de nós (Eu, Fagner e Xuão), Ju e Elvis (que moram com Fagner) e algumas amigas que foram chegando. Ah! Teve o Xunior, que bebeu muito, encheu o saco pq não ia embora e ficou na porta do aptº até 1h30 da manhã (a bebida acabou às 23h).

No mais foi isso do primeiro dia. Com tempo, eu coloco fotos e o relato dos outros dias. Abração e me leiam (quem por acaso passar aqui). E se ler, comentae!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Atualização

Cabei de colocar todo mundo (de bacana) no Twitter.

Segue lá http://twitter.com/jorgealmoas

Aeeee

E eu respondo o quê?

"Pq toda vez que eu viajo você tira o lixo?"

"Pq o lixo tem que ser tirado, senão fede, néam?"

Tem coisas que nem em sete anos você aprende...

Tem dia que é noite...

Eu tento
Eu juro que tento
Mas uma preguiça filadaputa me abate toda vez que penso em blogar.
Eu sei que ninguém tá lendo saporra, mas sei lá.
Não me animo.

Mas é o seguinte. Hoje é quinta, e talz, e todo mundo já tá naquele ritmo de final de semana mas eu não tô! Quero que se foda!

Bom, agora que comecei e já soltei só os cofaps, deixando os dobbermans pra depois, vamos lá.
Continuo de dieta. E não sofro mais! Quer dizer, cara simplesmente não tem preço acordar e ver teu corpo mudado. Subir na balança e sentir o resultado. No rosto, na barriga, nas pernas, nos braços, na disposição. É tudo muito bom! E continuamos até dia 15 de fevereiro, mi cumpleãnos!

Os trabalhos estão divertido. Rio demais com o povo da tarde, de manhã tirando o bode de acordar cedo, é di boua também. Mas a tarde é mais legal. Ontem, tinha até um morcego na redação!

Terça-feira peguei o carro escondido pra trabalhar. Ai, ai.. A sensação de liberdade, com misto de perigo e trangressão! A-d-o-r-o!

Tenho assistido o BBB e gostado apenas. Tá meio morno, talvez o mal dos programas pares. Nunca são inesquecíveis...

Terminei de ler O Símbolo Perdido. Então, tinha me desanimado lá pelo meio, achei que tinha barriga demais (e nessa época de corte de calorias, carbs e gorduras, excesso nunca é bom). Mas o final é ótimo, eletrizante...

Tô lendo agora Os homens que não amavam as mulheres, de um autor sueco (acho que Lieg Starsson). É bom, sobre jornalistas e conspirações. Indicação de Nadja, futura companheira em doceria (bora abrir um negócio?)

Filmes? Assisti Deixa Ela Entrar (mediano, esperava mais, mas me compadeço por ter criado expectativas demais, principalmente pra encontrar significados ocultos em um bom filme de vampiros), Amor sem Escalas (divertidíssimo, e obrigatório para empresas e faculdades) e estamos na expectativas pelos do Oscar.

Fico por aqui. Outra hora volto com conjecturas ou opiniões sobre tudo e sobre nada.

Música da semana - Bordeline (Madonna sempre).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Sem tempo

Hj eu ia blogar frenético

Mas cansei

Depois eu volto!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Cebolinha

O Dicesar/Dimmy Kier tem a língua plesa. Rachei com ele dizendo "Londglina, no Paganá". Hehehe...

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Sinto saudade dos amigos. Sinto saudade da faculdade. Sinto fome. Sinto sono.

Meio da segunda

É, estou no meio da segunda semana de regime. E tô com fome! Cheguei num ponto que não sei mais se é fome, vontade ou gula. Há dias não sei o que é pão, refrigerante e pelo jeito, o rodízio de pizza vai precisar esperar.

Estou contente. Vejo minha barriga de manhã no espelho e penso: Puxa! Dá resultado mesmo! É claro que queria uma válvula pra esvaziar o excesso ou tomar uma poção de Prof. Sprout (HP feelings) pra diminuir o shape. Mas outras coisas tem vindo junto: uma libido ótima, disposição, disciplina e pele boa. U-hu!

Ontem começou o BBB e pelo jeito, vou fica ao menos dois meses dependente disso. Já não digo que não vou assitir, que é fútil. É fútil, é quase igual, e eu adoro!

Domingo, vovô Cacique faz 86 anos (acho que já disse isso aqui). A festa promete!

Ainda não sarei o coração das dores do final do ano. Uma hora eu sento e conto tudo. Ainda que não direi nada.

Não terminei O Símbolo Perdido. E já quero outro! Mês que vem, faço 24 anos. Puxa. A gente se estabelece certos limites. E percebe que todos eles já ser transpostos um dia. Que seja um dia feliz então!

Abraços!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Já passei da primeira

Olá, Emílio! (piadinha interna)

A semana começou bem. Ontem fui ao cinema ver Sherlock Holmes e gostei! Assim, não ri descontroladamente como alguns (talvez por não conseguir apreciar o fino humor britânico), mas é divertido, visualmente interessante, e, fazendo coro aos demais, Downey Jr., Law e McAdams (que eu adoro) estão muito bem. Só não entendi o dente torto do Blackwood, enfim!

O título do post é o reflexo deste começo de ano. Passei a primeira semana: do regime! É sério, com disciplina, criatividade e muita força de vontade passei a primeira semana sem sair das refeições determinadas. Quer dizer, ontem comi um pão de mel como lanche da tarde, e teve ainda pipoca e refri zero no cinema. Resultado: um mal estar estomacal tirrível.

Também visitei Vovó FonFon ontem à tarde. Conversamos amenidades, rimos muito e confraterzinamos nas pequenas bobeiras de família. Me senti tão próximo da família como não reparava a tempos. Na semana que vem, Vovô Cacique faz 86 primaveras. E haja história! E é engraçado que você cresce e começa a perceber que...diminui! É sério, meu irmão está com 14 anos, e do meu tamanho. Maldita nova geração!

No mais, os Trampos 1 e 2 naquele ritmo gostoso. Mas eu me divirto, ainda que pareça difícil.
Pra essa semana, não sei ainda. Talvez um cine no meio da semana e concluir O Símbolo Perdido, do Dan Brown. Que aliás, está bem aquém dos outros, sobretudo do Código. E ainda tem A Cabana, Uma Crença Silenciosa em Anjos e O Marketing do Nexo. Tudo pra janeiro. Mas dá certinho.

Abraços pra quem lê!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Começando o balanço de 2009...

Eu sei, eu sei

Estou devendo (a mim por enquanto) a continuação do relato das férias em Fortaleza. Porém, como de notícia velha só vive o jornal de ontem, forget about it! Bora pra frente.

As festas já passaram e eu ainda não consegui entender tudo o que aconteceu nos últimos meses. Nos últimos 12 meses.

Eu digo que 2009 foi um ano dif'ícil demais, pq encarei verdades duras demais, falei demais, e queria ter podido chorar mais.

Eu vou começar aos poucos. Veja só: já venci a preguiça de blogar!

Tomara que eu consiga, ao menos, aos domingos, relatar a semana, os últimos causos. Até criar uma rotina boa para dizer tudo o que penso.

Ah sim! Isso é um desejo de se tornar uma trilha para o sucesso.

E é nele que estou me focando! Abraços pra quem, por sorte ou acaso, passa por aqui.