Oi relato virtual,
Ando sumido pois muitas coisas (como sempre) estão acontecendo. Já já eu conto.
Antes, preciso falar sobre o episódio mais urgente, divertido, único e inesquecível: minha primeira vez em São Paulo!
Não, não é dessa primeira vez que estou falando. E sim do meu primeiro contato, primeira visita, primeira estada na capital paulista. Na Paulicéia Desvairada, como disse Oswald (ou seria Mário) de Andrade...
Saí de Campo Grande na quarta (3) chegando em Campinas (voo da Azul é issoaê). Pego o busão até o Terminal da Barra Funda. Nunca tinha visto tanta gente junta. Nem em show, nem em procissão. Era uma multidão, uma muvuca, que seguia em linhas imaginárias, cada um pro seu destino. Uns chegam, outros se vão...
No metrô, baldeação com malas pesadas em meio à turba de transeuntes que vão para o trabalho, voltam da balada, seguem para o médico, continuam a nadar, a nadar...
Finalmente, chego a Estação São Joaquim, mais próxima da casa do amigo Fagner, que me abrigou no período. Logo na chegada, após descarregar as malas, fiz um típico programa paulistano: tomei uma média no bar da esquina.
Dali segui para a Catedral da Sé - maravilhosa, estupenda, belíssima (tentei tirar fotos escondido, mas as freiras são os melhores perdigueiros) - visitei o Marco Zero (inclusive onde sinaliza o Estado de Mato Grosso uno, antes da divisão, que nos criou (Amém!), e segui para a famosa 25 de Março.
Famosa pelos ambulantes, mas que não condiz com o título de comércio popular. Tudo muito caro se você não compra vultosas quantidades. Porém, muita coisa divertida, bacana e diferente. Comprei um exalador de essência para a casa e só! Não fui pra fazer compras (assim pensava eu no começo...).
Saí da 25 de Março (claro, acompanhado por Fagner e Xuão) e cheguei ao Mercadão Municipal. Ok, a fachada é bonita? É. O interior é grandioso? É. Mas não percebi taaanta diferença. Eles não tem sopa paraguaia e erva de tereré. Rá! E então, almocei o famoso sanduíche de mortadela do Hocca Bar. Grande, quente, pesado e caro. Foi bom. Lembrei do almoço o resto do dia.
Na saída, segui para a Estação da Luz no intuito de visitar a Pinacoteca do Estado e o Museu da Língua Portuguesa. Todo o trajeto foi feito a pé, com um calçado que não contribuiu para o Transitar do Turista na Capitarrr. Na Pinacoteca, vi muitas obras, esculturas de Rodin, quadros Pop e clássicos. Algumas áreas pareciam salas de casa de gente velha: quadros horríveis, cheiro de mofo e carpetes alérgicos. Que provocam alergia.
Saindo da Pinacoteca - não sem antes alimentar os passarinhos com o bolo de chocolate mais doce do planeta - fui pro Museu da Língua Portuguesa. E confesso: nem toda expectativa é frustrada ao final. O museu é muito bem estruturado. A apresentação atrás da tela de exibição é embasbacante, surpreendente. Confesso que chorei. Só de ouvir nossos belos escritores nas vozes de Bethânia, Nascscsddxstergaele (hehehe) e Elza Soares valeu muito a pena o esforço. Na saída, chuva! E nada de terra da garoa. Era toró mermo!
À noite, queijos e destilados para os convidados. Além de nós (Eu, Fagner e Xuão), Ju e Elvis (que moram com Fagner) e algumas amigas que foram chegando. Ah! Teve o Xunior, que bebeu muito, encheu o saco pq não ia embora e ficou na porta do aptº até 1h30 da manhã (a bebida acabou às 23h).
No mais foi isso do primeiro dia. Com tempo, eu coloco fotos e o relato dos outros dias. Abração e me leiam (quem por acaso passar aqui). E se ler, comentae!
segunda-feira, 8 de março de 2010
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