sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Sem saco pra sexta

Pois é, passados miles de anos, resolvo escrever aqui novamente. É com a correria e o desânimo dos problemas, não tenho me animado a compartilhar os dilemas. Porém, nesta sexta de muito calor em Big Field me permiti ler todos os blogs atrasados, e meu saudadinha. Então vamos lá!

O mês de setembro tem sido muito bacana. Fui ao casamento de Phablo e Simone no dia 05, e me diverti um pouco. Apesar dos olhos de gordo, que me fizeram comer além da conta, e ficar sentado digerindo, tipo uma jibóia deglutindo o bezerro, foi bacana. Uma decoração luxo em tecidos imitando tigres e onças, achei wild. E digno.

E no dia 12, outro casório. Desta vez da Bruna com o Giancarlo (nome luxo, diga-se de passagem). Um desbunde. Um requinte. Uma ferveção só. Muitos olhares trocados, muita atenção chamada pela camisa com gravata rosa, muita bebida, comidinhas, docinhos e souvenirs de festa (guardanapos, peças de decoração, globos de luz – esse último é mentira).

Tenho trabalhado muito, repensado certas atitudes e melhorando sempre. No Trampo 1, passo a ficar todos os dias pela manhã. Com a saída de dois meninos, as tarefas se acumulam e não podemos sobrecarregar a terceira ponta da tríade. Eu, como sempre, sou exclusivo e diferente!

De modo geral, as coisas têm se alterado, mas ainda não consigo visualizar como me encaixo nesse novo contexto. Sim, já estou acostumado com as mudanças que teimam em mexer na rotina. E como ser humano reclama, e campo-grandense reclama mais ainda, tô di boua! Espero que tudo venha pra melhorar, e prefiro pensar que tenho mais motivos pra rir, me divertir e viver, do que pra amaldiçoar a todos e imaginar formas cruéis de tortura.

A natação tem me feito bem, estou mais disposto, apesar das pernas doerem sempre às terças e quintas. As caminhadas que diminui, por conta do Trampo 2, e da pós-graduação nesta semana. Mas eu gosto muito; tanto do exercício físico, como do mental, ouvindo as idéias desconexas e as reclamações de Chefinha Maluquete. Eu SE divirto com força.

É curioso observar que sempre, mesmo nesses dias quentes que tem feito, é possível ser feliz. Rir das coisas mais corriqueiras, dos trejeitos de um colega de trabalho, das notícias estapafúrdias da televisão. Por isso, eu rio sempre. Ainda que nas fotos não mostre os dentes por conta do aparelho ¬.¬
Na família as coisas vão bem, dentro da normalidade. Vovó continua andando com muletas por conta da queda. Mas a teimosia permite que ela saia e não surte dentro de casa. Mamãe, bem, mamãe é tema pra muitos posts. Com calma, vou relatando.

Mas a última boa nova é que Mamãe está em sua casa. Finalmente, passada uma vida toda de sofrimento, de sonhos acalentados, de vontades escondidas nas pequenas gavetas da mente, ela tem seu lar. E pode ser feliz como nunca foi! Quero estar mais próximo. Será que consigo?

Cá no meu lar, tudo tranqüilo. Briguinhas pelas chatices de arrumação de casa, lavação de louça e de roupa. Mas isto também me faz feliz, por ter certeza de tudo que tenho. Ai, ai, papo religioso não né?

Abraço!

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